terça-feira, 8 de setembro de 2020

Jantar convívio - 18 de setembro

 

ATENÇÃO!!!!!

"Devido à actual pandemia e de forma a manter a nossa e vossa segurança, alertamos que de forma a validar a 
sua/vossa inscrição neste jantar, é condição essencial e obrigatória que o pagamento seja efectuado por 
transferência bancária para o IBAN da ACPS (PT50 0033 0000 45466908747 05) e  posterior envio do 
respectivo comprovativo para o email da nossa Associação casapoesiasetubal@gmail.com com o nome 
ou nomes dos inscritos.

O custo do jantar serão 20€

Voltamos a alertar que esta inscrição é "OBRIGATÓRIA" sem a qual não podemos garantir o lugar neste convívio
que tem limites de 50 lugares.

Agradecemos a vossa compreensão nestas excepcionais circunstâncias...



quarta-feira, 26 de agosto de 2020

Diário de um tempo estranho ( 08/07/2020 )

 

 

                   DIÁRIO DE UM TEMPO ESTRANHO

 

           Como sendo um dos participantes neste projecto, retenho presente a recomendação expressa, de mencionar e registar que este  meu Memorandum diz respeito apenas à Pandemia do virus “ batizado “de Covid – 19.

          Assim, dispensando qualquer avaliação mais cuidada, verifica-se que o tão enfático   

( nas conferências de imprensa ),  e “atamancado” desconfinamento, ocorrido no início de Junho/2020, terá sido, como se vai verificando, menos ponderado, pouco ou nada programado, e decretado com com relevo e ostentação, mas ao que parece, sob coacção.

           Com efeito, os media não conseguem camuflar nem simular notícias dimanadas por entidades que deveriam ser escrupulosamente ciosas da verdade, e que, aqui ou ali vão escorregar na falsidade, e quantas vezes em censura. . .

            Desconfinamento sim, pois entende - se que a situação económica de Portugal,

o P I B, a indústria, o Turismo, micro e macro-empresas, o emprego, o Lay off, enfim, e toda a “máquina” capaz de gerar bens alimentares e garantia económico financeira, vai ficando um descalabro, tanto para patrões como para  empregados.

             Correcto, há que gerar riqueza, pois as notícias que se divulgam são alarmantes.

             Gritantes são já a fome, o desemprego, a instabilidade social, os males psiquiátricos, e tantos, tantos outros semelhantes, que atingem (como o vírus e a pandemia), patrões e empregados.

            Há uns rasgos benfazejos de solidariedade, boa vontade, cooperação.

            Porém, há aquele aforismo bem conhecido “ não dês um peixe; ensina a pescar “.

            O desconfinamento não acautelou: transportes, atendimentos ao público, reorganização e estabilidade hospitalar, praias, o êxtase das Festas dionisíacas, as organizadas orgias libidinosas. A indisciplina intrínseca das populações, lotação em excesso dos transportes públicos, abertura sem regras de fronteiras e lojas comerciais, etc, etc.

              Há que referir a sempre conflituosa intervenção policial nas citadas festas, e alegações de que algumas são autorizadas e outras proibidas. . .

             É que a 2ª vaga do vírus pandémico está aí. A morte, igualmente.

            O “ fogo”  mal apagado, reacendeu-se. . .

 

            08 Julho 2020

            “elmano “

domingo, 21 de junho de 2020

Diário de um tempo estranho (15/06/2020)


          Após um curto interregno ( não esquecimento ), no envio de um temático e fugaz apontamento relacionado com o sempre presente e infeccioso Codiv-19, retomo peculiares apreciações sobre já tão teimoso e fastidioso assunto, na minha perspectiva.
           Aos poucos e com muito propalada cautela, as autoridades do país ( políticas e de saúde)  vão abrandando as medidas de confinamento de áreas de actividade tidas como indispensáveis e principalmente do foro laboral, económico,
financeiro, turístico, productivo, e afins, para, infere-se, recuperação sócioeconómica.
           Nesse sentido assiste-se por um lado ao levantamento cauteloso de restrições em especial nas empresas comerciais e ao cancelamento de festividades com grandes aglomerações (estranhando-se a segregação declarada), concertos Rock, e actividades de vida nocturna de concentração maciça de pessoas, a título de exemplo.
              Há que preservar, dizem as autoridades, com ênfase redobrado,  tanto a possibilidade de infecção pelo vírus e suas trágicas consequências, como a urgência de as empresas produzirem e facturarem e os seus empregados receberem os seus salários e segurarem os seus empregos.
                Equação algo delicada.
                Outra absurda reação provocada por certo pela pandemia, é vaga de crimes violentos verificada nestes tão estranhos tempos.
                Nota final para o facto anómalo de o tristemente famoso Codiv-19 ter, por exemplo, obrigado a cancelar as tão populares e carismáticas “ Marchas de Santo António “ , em Lisboa.

Elmano
15.06.2020

Diário de um tempo estranho ( 10/06/2020)


              Confinado à premissa incontestável, de que estas reflexões se orientem exclusivamente no sentido do vírus infeccioso e pandémico, decidi “ abrir “ um pouco os horizontes a uma curta e cautelosa digressão à  minha tão querida, romântica e bucólica Serra da Arrábida, com o objectivo de explanar a minha imaginação, e, de modo concomitante, obter ar livre, alegria e felicidade.
               Para o efeito pretendido, configurou se-me adequado não estar a Arrábida sob o signo do intelectualismo ético de pseudo - intelectuais.
               Com efeito, é deprimente ter que dirigir todos os pensamentos e reflexões num único sentido, muito embora sejam ou possam eventualmente ser pródigos e/ou alternativos; ainda que ( no caso presente ), sob o embaraço de vírus pandémico.
                 Quão belo e sonhador este tão conhecido e visitado cenário indescritível: mar e mais mar (azul esverdeado) quase sem fim, a baía tão maravilhosa; Tróia e seus encantos; praias, o manto verde com que se veste, enfim, refúgio privilegiado de Sebastião da Gama e Frei Agostinho.
                   Para o final do dia, a cereja sobre o bolo : o nosso sempre inesquecível, belo e sonhador contraste do Pôr do Sol sobre o mar . . .
                    Mais tarde, o recolher a casa, onde mais uma vez me aguardavam : a lamurienta, a desgastante e entediante  praga pandémica, sem qualquer hipótese de pensamentos alternativos e exequíveis, a permitir, mesmo ao de leve, uma curta pausa à tóxica  desinformação massiva dos media, no respeitante à grave situação  em curso e em vias de proliferação.
                     Constata-se, pelos factos, que cada vez mais se pretende regredir à “normalidade”.
                      Questão : o que é, nesse caso, a normalidade ?
                       Vou ter que aguardar pacientemente uma possível alternativa . . .
10.06.2020
“elmano”


domingo, 7 de junho de 2020

Diário de um tempo estranho (07/06/2020)


Circunscrito ao rígido facto, incontornável / inquestionável ( na minha perspetiva ), que tem por tema: “diário de um tempo estranho”, resta - me dirigir esta
dissertação / diário, nesse sentido. Cumpre-me, deste modo, mostrar algo manifestamente preocupante daquilo que de negativo vai acontecendo no que respeita à pandemia disseminada a partir do  virus Codiv-19.
Em linguagem nada elaborada, limito-me tão só ás já rotineiras e mais que fastidiosas notícias dos media, que vão transmitindo relatórios assustadores da evolução da pandemia, bem como vai sendo tratada esta gravíssima questão, nomeadamente a nível hospitalar. De tão repetitiva, parece configurar já uma saga ou novela, com guião trágico, de talento obscuro.
Enfim, com a volúvel esperança tão propalada nas redes sociais, ( passo a citar ) “vamos ficar bem”, atrevo-me a referir, timidamente, que desde Março/2020, início como se conhece, do período de “ quarentena “, passando pela calamidade, e agora com o intitulado abrandar faseado do confinamento, é
de supor iniciar-se um período de acalmia . . .
Urge, referem os técnicos, recolocar a economia a funcionar, para a sua ( lógica ) recuperação, pois a engrenagem financeira, empresarial, comercial etc, não se compadece com, alega-se, paragens, mesmo que do outro lado esteja a morte. No entanto verificam-se novos e perigosos surtos, circunscritos a zonas de Portugal, que vaticinam mais pandemia.
Simulam incêndios mal apagados que voltam a reacender-se.
Regressaram a violência doméstica e crimes violentos. Já estou a tergiversar.
O tema é apenas “tempo estranho e pandemia codiv-19. Esperemos pela “normalidade”. . .

07.06.2020
“elmano”


terça-feira, 2 de junho de 2020

Diário de um tempo estranho (29/05/2020)


A Natureza não é dos humanos;
É livre, autónoma, sem grilhetas,
Sofredora de perdas e danos.
Libertária, paciente, imprevisível.
Saturada já de maus excessos,
Resolve o problema:
Equilibra o Ecossistema.
Biodiversidade incorruptível !

Conspurcada por acções abjectas,
Revoltada, no mundo lança a pandemia,
O Covid – 19, as infecções, à porfia.
Mostra aos humanos serem eles da terra,
Nem que seja pela guerra . . .

Coronavirus tão insólito quão injusto,
Dá o aviso á navegação :
Não mata a qualquer custo,
Propaga medo, pânico, desolação.
Deixa tristes sequelas, o Caos, a tragédia,
Fome, pânico, ansiedade, insegurança .

Surpresa ! Os controversos multimédia
Vão mostrando números da matança.

29.05.2020
“elmano”

Diário de um tempo estranho (28/05/2020)


Balizado em parte pelo ambiente deveras constrangedor, degradante e transversal que ocorre no mundo, permito-me produzir considerações sobre o caso, cujo nome de “ batismo “ é Covid-19.
Amanhecer cerca das 06h 30m, com já muito sol e promessas do “ Borda d'Água “, de temperaturas altas de calor acima da média para a época.
Nesta mais que enredada conjuntura, passa a existir um plano da União Europeia para
( afirma-se ), a chamada estabilização económica e sua discussão, para possível equilíbrio e reposição de danos nessa área,  causados pela pandemia que vai  assolando o mundo, dando origem ( para mim ) a uma espécie de saga que tem por nome, vírus Codiv-19.
            Alguns estados europeus estão contra e opinam, vinculativamente, que quantos mais idosos morrerem mais a economia ganha. . .
No nosso país, com o anunciar de medidas e acções tendentes a colocar em marcha sectores importantes ( para empresas e empregados ), da economia, do turismo, transportes, comércio indústria, exportação, enfim todo um sem número de valências
dinamizadoras também da acalmia social, que como é óbvio e líquido, são a manutenção do seu lugar de trabalho, salário e vida económica.
Temos ainda a delicadeza e ponderação dos factos de abrir fronteiras, o complexo Lay Off e os indícios de empresas a navegar em águas que se pretendem bem mais transparentes.
Tudo isto conjugado com o avanço e a  proliferação do vírus, quer por descuido, descontração e facilitismo, poderá complicar-se, não tomando as devidas cautelas e recomendações das autoridades.
Um apontamento para generalizados casos de auxílio psicológico, com origem no medo e ansiedade, com origem na pandemia .

28.05.2020
“elmano”

domingo, 31 de maio de 2020

ATENÇÃO!!!!!!!


ATENÇÃO!!!

A Casa da Poesia de Setúbal, irá retomar o atendimento presencial a partir do próximo sábado das 11:00 às 12:00.

Regras:

*Atendimento de uma pessoa de cada vez 

*Obrigatoriedade de desinfecção das mãos à entrada e saída da       Casa

*Uso de máscara no interior da Casa.


Esperamos por vocês!



quarta-feira, 27 de maio de 2020

Diário de um tempo estranho (16/05/2020)


CONFINAMENTO VERDE

I
Decorrem calmos os dias
Não sem algumas canseiras
Mas são mais as alegrias
Que colho das sementeiras.
II
Planeei um batatal
Que não levei a efeito
Substitui-o por um faval
Que deu favas a preceito.
III
As nabiças, que sensação
Cresceram verdes, viçosas.
Nas belas sopas de feijão
Ficam mesmo deliciosas.
IV
As cebolas estão a crescer
E vêm muito animadas
É certo que vou comer
Umas belas ceboladas.
V
Mesmo ao lado o belo alho
Está quase pronto a colher
É o que dá menos trabalho
Planta-se e é vê-lo crescer.
VI
A fresca alface, coisa sã
O rico espinafre ferroso
Coentros, salsa, hortelã
Que tornam tudo apetitoso.
VII
As abóboras e as corgetes
São um regalo de ver
Talvez não colha “paletes”
Mas vão produzir a valer.
VIII
Nos dois últimos canteiros
Artísticos e bem verdinhos
Vêem-se os belos tomateiros
Já com os seus tomatinhos.
IX
A mãe Natureza é grata
Nunca deixa de agradecer
À mão que bem a trata
E a sabe compreender.


ARNALDO RUAZ
16/05/2020

Diário de um tempo estranho (25/05/2020)


Amanhecer soalheiro com promessa de temperatura a subir.
Constrangido ao obrigatório confinamento, neste tão estranho tempo da mortífera pandemia, detenho-me a registar alguns factos nada animadores.
Não se pretende exibir, em linguagem elaborada, um simplório texto de uma qualquer conotação semântica, mas antes trazer para a ribalta, factos que suponho mais salientes da actualidade.
Com alguma surpresa e até estupfacto, ouço notícias nada animadoras, cujo
tema foca as consequências dramáticas do enigmático Covid-19.
Em quarentena, calamidade e confinamento desde Março/2020, tem-se notado ultimamente uma acalmia nas infecções, em Portugal.
As autoridades, tendo isso em linha de conta, bem como a reposição da economia, do mercado de trabalho, do catastrófico desemprego ( fatal e previsível ), do tombo no turismo, do equilíbrio financeiro, anuncia e promove acções dinamizadoras para relançar a tão debilitada economia.
Outras esporádicas notícias ( por vezes contraditórias), desviam a atenção
para factos tão tristes quanto estranhos: queda de avião no oriente, despistes e mortes na estrada, incêndios, mortes e torturas de crianças indefesas,que até parece serem  “ trazidos “ também pelo incógnito vírus.
Anuncia-se o desconfinamento e abertura das praias em junho /2020, a
lotação total dos aviões, abertura de fronteiras, “injecções “ na área do turismo, dinheiro do estado (???) em Banco privado, enfim factos para que o ZÈ POVINHO se vá distraindo. . . ou que a burguesia vá afirmando que “vai ficar tudo bem “ e voltar “à normalidade”. É de supor que parece desejar-se o regresso ao anterior poder vaidoso e arrogante, sob o doce disfarce de traços  angelicais e sedutores.

25.05.2020
“elmano”