domingo, 28 de outubro de 2018
terça-feira, 23 de outubro de 2018
terça-feira, 16 de outubro de 2018
Vinhos Solidários 2019
A Casa da Poesia de Setúbal vai realizar o seu 4º evento solidário. Este ano, a receita apurada reverterá a favor da Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo- Delegação de Setúbal. Em breve daremos mais notícias
quarta-feira, 26 de setembro de 2018
segunda-feira, 10 de setembro de 2018
terça-feira, 4 de setembro de 2018
A Casa da Poesia ConVida
No programa da Biblioteca Municipal de Setúbal, destaque para o dia 27 de Outubro, pelas 15h o nosso evento "A Casa da Poesia ConVida". Esperamos a vossa presença.
Romance “Águas passadas não movem destinos”
A Casa da Poesia de Setúbal tem o prazer de apresentar o romance “Águas passadas não movem destinos”da autora Rute Luz. A Apresentação irá realizar-se na Casa da cultura(Sala José Afonso) no dia 15 de Setembro pelas 15h00 e estará cargo do associado Marco Barrancos e de Carla Tavares em representação do grupo Outros Autores Não faltem contamos com a vossa presença.
terça-feira, 28 de agosto de 2018
Ser Poeta
“ A prumo se erguem os lírios.
A prumo se erguem as espigas.
A prumo se erguem os livros
Postos nas estantes em filas.
A prumo se erguem as espinhas
Vertebrais dos homens dignos.”
Sofia Teixeira
sexta-feira, 10 de agosto de 2018
Feira de Santiago 2018
E chegou ao fim mais uma edição da Feira de Santiago. A Casa da Poesia deu o seu melhor para que o nosso stand tivesse uma representação digna, com muita amizade, convívio, companheirismo e alegria. Creio que conseguimos. Tivemos as presenças dos associados autores a apresentarem os seus livros: António Galrinho, Elmano Gomes, Ana Wiesenberger, Linda Neto, José Raposo, Marcos Barrancos, Cecilia Gomes, Manuela Abreu, Arnaldo Ruaz e Alexandrina Pereira. O encerramento voltou a ter o encanto do ano passado com muita alegria e saudável convívio. É assim a Poesia!
segunda-feira, 30 de julho de 2018
Poema "Poeta"
P o e t a
Poeta não é quem
quer
Juntar palavras
à toa;
Não o é até sequer
Quem ideias
amontoa.
Do poeta e
poesia,
Fica a arte no
papel;
Hoje, talhada a
cinzel,
Amanhã, já
sinfonia . . .
A linguagem poética
Simula ser bem
difícil;
Reticente e bem
cosmética,
Livre e simples
como um til.
Poesia, é com
bazófia,
Ignorada, com
enfado;
E trocada p'la farófia,
Com gesto dissimulado.
No comércio livreiro,
Sonega-se a
poesia;
Tosco ardil de
merceeiro,
Pois não é
mercadoria. . .
Poeta, à arte
convida,
E é também
liberdade. . .
Uma a uma bem
sentida,
Para que seja
verdade.
Com raízes nas
vivências,
De modo bem
singular;
Atira até
reticências,
À linguagem
vulgar.
Não
é ser extraterrestre,
Nem dos astrais inerentes:
Jamais Poeta é o
mestre,
De absurdas e tolas
mentes.
Poeta vive o que
escreve,
Com palavras de
esperança;
Brancas, brancas
como a neve,
Tão puras como
criança. . .
A linguagem
poética,
É suave,
subjectiva;
Vem sempre com
muita ética,
A Arte e
sentidos criva. . .
Baixa de Palmela, 21 de Março de
2016
“elmano”
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