Razão de ser...

Razão de ser
Nesta cidade, cujo patrono é o ilustre poeta Bocage,
onde sempre existiu forte tradição poética,
com movimentos formais e informais de poetas e escritores,
faz todo o sentido a existência de uma Associação Cultural
que reúna os poetas numa "Casa da Poesia"
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Objetivos da Casa (Consultar em rodapé)

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Ser Poeta

“ A prumo se erguem os lírios.
A prumo se erguem as espigas.
A prumo se erguem os livros
Postos nas estantes em filas.
A prumo se erguem as espinhas
Vertebrais dos homens dignos.”



Sofia Teixeira

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Feira de Santiago 2018

E chegou ao fim mais uma edição da Feira de Santiago. A Casa da Poesia deu o seu melhor para que o nosso stand tivesse uma representação digna, com muita amizade, convívio, companheirismo e alegria. Creio que conseguimos. Tivemos as presenças dos associados autores a apresentarem os seus livros: António Galrinho, Elmano Gomes, Ana Wiesenberger, Linda Neto, José Raposo, Marcos Barrancos, Cecilia Gomes, Manuela Abreu, Arnaldo Ruaz e Alexandrina Pereira. O encerramento voltou a ter o encanto do ano passado com muita alegria e saudável convívio. É assim a Poesia!








segunda-feira, 30 de julho de 2018

Poema "Poeta"


P o e t a

                                               Poeta não é quem quer
Juntar palavras à toa;
Não o é até  sequer
Quem ideias amontoa.

Do poeta e poesia,
Fica a arte no papel;
Hoje, talhada a cinzel,
Amanhã, já sinfonia . . .


                                               A linguagem poética 
Simula ser bem difícil;
Reticente e bem cosmética,
Livre e simples como um til.

Poesia, é com bazófia,
Ignorada, com enfado;
                E trocada p'la farófia,
                Com gesto dissimulado.


                No comércio livreiro,
Sonega-se a poesia;
Tosco ardil de merceeiro,
Pois não é mercadoria. . .

Poeta, à arte convida,
E é também liberdade. . .
Uma a uma bem sentida,
Para que seja verdade.

Com raízes nas vivências,
De modo bem singular;
Atira até reticências,
À linguagem vulgar.
                         
Não é ser  extraterrestre,
                                               Nem dos astrais inerentes:
Jamais Poeta é o mestre,
De absurdas e tolas mentes.


Poeta vive o que escreve,
Com palavras de esperança;
Brancas, brancas como a neve,
                                              Tão puras como criança. . .


A linguagem poética,
É suave, subjectiva;
Vem sempre com muita ética,
A Arte e sentidos criva. . .

                                               Baixa de Palmela, 21 de Março de 2016
elmano

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Feira de Santiago

A Casa da Poesia volta a estar presente na Feira de Santiago com um espaço em que a Poesia será divulgada. Em cada noite um autor e os seus livros. Convidamos todos os associados , amigos setubalenses a visitarem-nos! Até já 

terça-feira, 26 de junho de 2018

Como ler um poema - Workshop

Estão TODOS convidados!

COMO LER UM POEMA?

Vai realizar-se no auditório do Mercado no Livramento, no sábado dia 30 de junho, às 10h, uma atividade proposta pelo colega António Galrinho, visando fazer uma reflexão acerca do modo como se lê um poema. Os poemas "Cântico negro", de José Régio, e "Ser poeta", de Florbela Espanca, serão os pontos de partida. Não se pretende orientar a leitura num sentido previamente definido, mas antes questionar e partilhar leituras que se entenderem adequadas, com o contributo de todos. No final cada participante poderá ler um poema de sua autoria.




sexta-feira, 4 de maio de 2018

Joaquim Pessoa nos "Encontros Poéticos"

O Poeta Joaquim Pessoa estará nos Encontros Poéticos de Setúbal - 1ª edição no próximo dia 12 de Maio. Podemos ouvi-lo na Biblioteca Municipal a partir das 15h30. Esperamos por si!