Razão de ser...
Razão de ser
Nesta cidade, cujo patrono é o ilustre poeta Bocage,onde sempre existiu forte tradição poética,com movimentos formais e informais de poetas e escritores,faz todo o sentido a existência de uma Associação Culturalque reúna os poetas numa "Casa da Poesia"_________________________________Objetivos da Casa (Consultar em rodapé)
terça-feira, 9 de maio de 2017
quarta-feira, 5 de abril de 2017
sexta-feira, 10 de março de 2017
terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
POEMA - DIA DOS NAMORADOS
Era dia de S.Valentim.
Num banco recatado do velho
jardim,
Um casal de jovens namorados,
Trocando carinhos e enlaçados,
Nem viram a velhinha que no
caminho,
Os contemplava com carinho.
Em tempos idos naquele lugar
entre as flores,
Também ela trocou beijos e viveu
amores.
Naquele dia a lembrança dessa
emoção,
Ainda acelerou o bater do
coração.
Como seria se esse sortilégio
voltasse?
E uma lágrima teimosa rolou na
sua face.
A.Calado
14/02/2017
quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
Paz
Para haver paz no mundo é necessário que as nações vivam em paz
Para as nações viverem em paz, as cidades não devem levantar-se umas contra as outras
Para haver paz nas cidades os vizinhos precisam de se entender
Para haver paz nos vizinhos é preciso que as pessoas estejam em paz consigo
Para ter paz interior é preciso procurá-la no seu coração.
Está tudo ligado
____________________________
Texto enviado por Aida Azevedo
"Autor desconhecido"
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
Poema de Ano Novo
Lá bem no alto do décimo segundo andar do ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas buzinas
Todos os tambores
Todos os reco-recos tocarem:
– Ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada – outra vez criança
E em torno dela indagará o povo:
– Como é o teu nome, meninazinha dos olhos verdes?
E ela lhes dirá
( É preciso dizer-lhes tudo de novo )
Ela lhes dirá bem alto, para que não se esqueçam:
– O meu nome é ES – PE – RAN – ÇA …
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas buzinas
Todos os tambores
Todos os reco-recos tocarem:
– Ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada – outra vez criança
E em torno dela indagará o povo:
– Como é o teu nome, meninazinha dos olhos verdes?
E ela lhes dirá
( É preciso dizer-lhes tudo de novo )
Ela lhes dirá bem alto, para que não se esqueçam:
– O meu nome é ES – PE – RAN – ÇA …
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
Jantar de Natal
O jantar de Natal da Casa da Poesia de Setúbal decorreu de forma calma, intimista e poética. Muito obrigado a todos os que quiseram juntar-se à festa.
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